Dec

09

O SEGUNDO DIA EM RECIFE

Estudantes da UFPE observam o Chevrolet Volt

A Voltxpedition esse ano passou por mais de cinco estados no Brasil, indo do Sul do país ao Nordeste. Nessas viagens, uma só certeza: existem vários Brasis dentro de um só. Todos, com a mesma preocupação: Brasil suustentável, cada mais eficiente e movido por energias alternativas. Entre elas, é claro, a Eólica, que já foi o centro da nossa viagem à Gravatai (RS) e voltou a ganhar destaque aqui em Recife (PE). 

No segundo dia da Voltxpedition Recife, depois da nossa passada pela concessionária para retirar os Chevrolet Volts, viemos para a UFPE, onde o Prof. Francisco A. S. Neves, da área energia elétrica da universidade, apresentou as pesquisas que coordena na área de sistemas de energia renovável e qualidade da energia elétria. 

O grupo chamado GEPAE é o responsável por essas pesquisas, que tem se destacado em diversos simpósios e convenções na área de energia elétrica. Entre essas pesquisas, estão: modelagem e controle de turbinas eólicas conectadas a rede elétrica; conversores de freqüência para conexão de sistemas fotovoltaicos à rede elétrica; condicionadores de energia elétrica (cujo pedido de patente está em andamento); determinação da vida últil remanescente chumboácidas estacionárias (para aumentar o aproveitamento destas); entre outros.

Prof. Francisco S. A. Neves

O grupo também tem desenvolvido um sistema para a Ilha Fernando de Noronha, de forma que o paraíso natural possa ser abastecido por fontes alternativas de energia e, apenas subsidiáriamente use os geradores à diesel que hoje são os responsáveis por seu abastecimento. A energia fotovoltaica (solar) será uma das principais fontes. 

Com 10 anos, o grupo já foi responsável por uma tese de douturado e 16 dissertações de mestrado concluídas. Só nos últimos 5 anos foram 17 artigos publicados e 45 artigos em conferências, incluindo o prêmio de melhor artigo no ISIE (Simpósio Internacional de Eletrônica Industrial). 

O Prof. Francisco levantou dados que mostram o especial crescimento a que a energia eólica vem experimentado no Brasil e no Mundo. Alemanha, Espanha e Dinamarca foram os países que mais se destacaram nesse tipo de energia na Europa, que recebeu investimentos de mais de 12,7 bilhões de euros. O país nórdico, no entanto, foi o que mais se destacou no desenvolvimento tecnológico. 

Entre 2008 e 2009, a potência instalada de novas usinas eólicas superou a de qualquer outra fonte primaria para a geração de energia, e em 2010 mais de 41% do aumento de potência instalada (capacidade de gerar energia) na União Européia foi proveniente de fontes renováveis de energia. Em 2010, o crescimento foi maior que em qualquer outro ano e supera as demais tecnologias. 

Segundo o professos, esse quadro não é exclusividade da Europa e se repete no resto do planeta. A China, hoje, tem a maior potência instalada de turbinas eólicas no mundo. São 42.287 MW no final de 2010. Com energia solar, a situação também é equivalente. A India, por exemplo, tem experimentado um crescimento superior ao obversado na Alemanha e Espanha. 

Seguindo as previsões do mercado, em 2010 a energia eólica deve representar 12% da energia total do planeta. Aqui vale uma nota: o crescimento, em todos os anos recentes, tem superado as previsões. Não é de se espantar que esse numeres fique defasado até lá. 

As energia eólica e fotovoltaica tem tido os maiores crescimentos anuais médios na ultima década (cerca de 30%), enquanto o aumento no uso da energia nuclear, gás natural e petróleo foi de 1,8%, 2,5% e 1,7%, respectivamente. 

A política coerente de incentivos a produção e venda dessas formas de energia e o desenvolvimento tecnológico dos sistemas de geração e dos conversores eletrônicos responsáveis pelo  controle possibilitou o crescimento considerável na produção de energia à partir de fontes renováveis, segundo o professor. 

No Brasil, só para se ter uma idéia, a energia eólica já é mais competitiva que as termo elétricas nos leilões de energia e já se aproxima muito ao custo das hidrelétricas, que, até então, reinava sozinha em custo. 

Porém, a produção de energia elétrica a partir de energia eólica e solar aqui no Brasil ainda é bastante reduzida. Somente depois do programa de incentivo Proinfa, é que a adição de centrais de geração eólica ganhou metas mais expressivas. Com isso, a capacidade instalada vem crescendo rapidamente. Hoje nos gráficos entre os maiores produrores, no entanto, o Brasil desaparece.

Para o professor, a população precisa ser esclarecida e incentivada e é preciso, também, políticas públicas que incentivem seu uso. O custo de um painel fotovoltaico, por exemplo, leva um tempo para se pagar e, sem incentivo, não tem condições de ganhar expressividade. 

Na América do Sul o Brasil tem despontado como o mercado mais promissor para o desenvolvimento de tecnologias na área. Um dos fatores de maior incentivo é a insolação diária no Brasil, que beneficia a energia solar (fotovoltaica). No nordeste se encontram os pontos de maior insolação e, também, os melhores ventos, que ficam no Ceará e Rio Grande do Norte. 

Em frente a Igreja N. S. Amparo, em Olinda

Em poucas palavras: apesar do Brasil estar um passo atrás na Potência Instalada, o enorme potencial, a quantidade de pesquisas e o custo competitivo nos fazem crer que, num curto espaço de tempo, há potencial para uma enorme expansão das energias renováveis por aqui, especialmente a eólica. 

Depois da palestra na UFPE, seguimos para Olinda, para o Restaurante Oficina do Sabor. Desfrutando dos pratos típicos daqui de Pernambuco, como a Carne de Sol Pernambucana e e a Jerimum com Camarães ao Molho de Manga, encerramos mais uma etapa, que, desta vez, fecha as viagens da Voltxpedition. 

Seguimos a programação por aqui no blog durante esse mês. Continuem nos acompanhando no Facebook e no Twitter ;) 



Dec

07

O PRIMEIRO DIA EM RECIFE

Estar em Recife é viver um cotidiano diferente do que vivemos nos outros estados pelos quais a Voltxpedition passou. Aqui o dia começa mais cedo: às 5h da manhã o sol já bate forte na janela, e é impossível ficar indiferente à isso. Pela sacada do Hotel dá pra avistar muita gente caminhando pela Orla, coisa que não se vê com tanta intensidade mesmo em outras cidades litorâneas brasileiras. Recife é uma cidade especial e esse clima diferente da cidade deu um tom especial ao primeiro dia da nossa expedição por aqui. 

Depois de um café especial, com direito a uma regional Tapioca, encontramos com os jornalistas da região que vieram testar o Chevrolet Volt. O ponto de encontro foi a Auto Nunes, onde muitos curiosos acabaram aparecendo para ver o carro de perto. 

A recepção teve inicio com uma apresentação de Nelson Silveira, Gerente de Comunicação Coporativa da General Motors, que apresentou o plano de comunicação  da marca com a Voltxpedition no Brasil e, também, explicou como acontece, hoje, o desenvolvimento global de veículos da marca. 

Citou, por exemplo, o recente desenvolvimento do Cruze, que envolveu a engenharia alemã, responsável pelo desenvolvimento da parte mecânica e dinâmica do carro; o centro de design da marca na Coréia, responsável por conceber a carroceria do carro e, aqui, no Brasil, coube o desenvolvimento do sistema flex que equipa o carro nos mais diversos mercados. 

Isso só é possível graças ao GMS (“Global Manufacturing System”), que reúne não apenas as equipes responsáveis pelo desenvolvimento do carro, mas une, também, os valores globais da marca em relação à sustentabilidade no que tange a tecnologia dos veículos e, também, na sua produção. 

Hoje o desenvolvimento global de elétricos da marca está concentrado nos EUA, mas o esforço na missão de fazer carros sempre mais sustentáveis e eficientes é global. Além da eletrificação, a GM também tem trabalhado no downsizing de motores globalmente. Motores menores significam, diretamente, menores índices de emissões e consumo sem qualquer prejuízo para o desempenho. 

O uso de bio combustíveis, como o etanol da cana de açúcar, também tem ganhado grande relevância no resto do mundo. No mercado norte-americano, por exemplo, a maior parte dos veículos vendidos por lá é capaz de rodar com o E85, mistura semelhante ao nosso etanol, mas que, por concentrar 15% de gasolina, dispensa o uso do tanquinho de combustível. 

A apresentação seguiu com Adriano Griecco que trouxe aos convidados os principais detalhes do Chevrolet Volt, antes que eles saíssem pelas ruas de Recife, rumo a UFPE, com o elétrico. Amanhã trago aqui, em detalhes, tudo o que aconteceu na Universisade. 

Agora faço novamente o convite: recifenses, venham participar da Voltxpedition. 

Dia: 7/12/2011 (Hoje)

Hora: 10h

Local: Centro Geotécnico de Engenharia

Quem não puder vir, pode acompanhar no Twitter e Facebook da Chevrolet Brasil tudo o que está acontecendo.



Dec

06

VOLTXPEDITION RECIFE: HISTÓRIA E TECNOLOGIA

Tempo bom para Volxpedition aqui em Recife (PE)

Chegar aos quatro cantos do Brasil, levando a experiência da Chevrolet com tecnologia e energias renováveis: essa é a missão da Voltxpedition, que se completa hoje (6) e amanhã (7) em Recife (PE). A cidade fecha, com chave de ouro, um calendário que englobou cinco estados: São Paulo (nas cidades de São Caetano, São Paulo, São José dos Campos e Taubaté), Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Osório e Gravataí), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Minas Gerais (Belo Horizonte) e agora Pernambuco (Recife).

Recife está intimamente ligada a Olinda, cuja origem remonta a 1537, tendo sido colonizada e dominada pelos portugueses até a independência do Brasil. A cidade, que já foi considerada a mais próspera das Américas em 1637 hoje está entre as 65 cidades com economia mais desenvolvida entre os mercados emergentes.

Tecnologia e energias renováveis, dois dos pilares da Voltxpedition, são duas de suas principais referências atuais e tem gerando oportunidades incomensuráveis para a cidade. O Porto Digital, localizado no centro histórico, hoje já é considerado o maior parque tecnológico do país em faturamento e numero de empresas e, com 3,5 mil empregos, já representa 3,5% do PIB do estado de Pernambuco. 

Pernambuco também tem se sobressaído na área das energias renováveis. A cidade tem recebido uma onda de investimentos na área da energia eólica. Um investimento de R$ 100 milhões, inclusive, será anunciado hoje. Não é por acaso: o nordeste tem as melhores jazidas de vento do país, enquanto Recife concentra os principais cursos acadêmicos sobre a área. 

O palco para os debates da Voltxpedition em Recife serão a UFPE, que nos recebe por volta das 10h da manhã. Além das tecnologias da mobilidade, como a do Chevrolet Volt, os professores e convidados abordarão sobre Sistemas de Energia Renovável e Qualidade da Energia Eólica.  O evento é aberto e todos os recifenses estão convidados. Em seguida, os carros da expedição percorrerão a cidade. 

Para acompanhar as palestras em tempo real, basta seguir o Twitter e o Facebook da Chevrolet Brasil. Venham, recifenses! 



Nov

30

OS ELÉTRICOS DA GM: AUTONOMY

Depois do impressionante Impact, de 1990, a GM voltou a apresentar um conceito revolucionário em 2002, chamado AUTOnomy, no Salão Internacional de Detroit, dos Estados Unidos. Muito do conceito de novo DNA automotivo, que apresentei essa semana aqui no blog, já estavam presentes nele. 

O AUTOnomy foi o primeiro conceito a combinar a tecnologia de células de propulsão “fuel cell” com a tecnologia “by-wire” para a direção, freios, e diversos outros sistemas do veiculo. Com tal tecnologia, os sistemas do AUTOnomy eram controlados de forma eletrônica e não mecânica. 

As peças funcionais do AUTOnomy ficaram reduzidas num chassi de 15cm que tem a forma de uma prancha de Skate. Não há pedais, direção, nem painel de instrumentos. Todos os controles do carro estão disponíveis num manche, muito semelhante ao usado na aviação. A carroceria do AUTOnomy poderia ser trocada pelo usuário, podendo ele satisfazer as multiplas necessidades.

Seu conceito-irmão, que dividia a tecnologia e plataforma, se chamava HY-WIRE e foi apresentado no Salão de Paris do mesmo ano. 



Nov

29

OS ELÉTRICOS DA GM: O IMPACT

A crise do petróleo na década de 70, que inspirou tantos conceitos e ações acabou por não se prolongar na década de 80. Os preços se acalmaram e o mundo só voltaria a ver aumentos no final da ultima década. Mesmo assim, os elétricos não perderam espaço dentro da GM. Depois da proposta do Chevette Elétrico e do Sunraycer, foi a vez de um projeto ousado ganhar espaço dentro da marca: o Impact. 

Concebido inteiramente para ganhar propulsão elétrica, o Impact causou um grande furor ao ser mostrado no Salão de Los Angeles de 1990. Ele foi o primeiro carro elétrico da indústria moderna, representando o esforço e investimendo da industria num carro usável no dia a dia livre do petróleo. Neste momento, os debates de emissões começaram a ganhar força. 

O conceito pesava apenas uma tonelada, mas apenas suas baterias tinham 382 kilos. Sua aceleração de 0 a 96,5km/h era em 7,9 segundos e sua autonomia chegava a 200 km, limitada, porém, a 88,5 km/h na estrada. 

O Impact foi a base do EV1 de 1996, o primeiro carro elétrico moderno produzido em série. 



Nov

25

O VELHO E O NOVO DNA AUTOMOTIVO

Um dos temas recorrentes na Voltxpedition é sobre as transformações que os carros vêm sofrendo ao longo dos últimos anos e, especialmente as transformações que ele virá a sofrer.  Basicamente os carros mantiveram o mesmo DNA ao longo dos últimos 100 anos, com uma grande evolução em todos aspectos principais. Mas muita coisa irá mudar. 

Entre as maiores evoluções que vimos na última década, estão as reduções nas emissões de poluentes na casa dos 99%, a diminuição do consumo entre que varia de 75% a 130%, a redução de acidentes fatais que chega a 70% aliado a uma melhoria no poder de compra na ordem de 40%. 

A maior mudança que estamos vendo, primeiramente, é a substituição da tecnologia mecânica pela eletro-eletrônica, que tem sido feita gradativamente. Um exemplo comum é a direção elétrica, que vem gradativamente substituindo a hidráulica nos mais diversos modelos. A tendência é que a eletrificação ganhe mais espaço também na motorização, onde os motores a combustão reinaram absolutos por décadas. Inicialmente através de híbridos leves e elétricos de autonomia estendida, como o Volt e, num momento posterior, com híbridos movidos a hidrogênio.

Outro ponto importantíssimo é o controle. Mesmo nas áreas mais urbanas e congestionadas, o controle mecânico – pelo motorista – sempre predominou. Mas a tendência é que esse domínio fique para trás. Os carros guiados por satélite e sistemas inteligentes e eletrônicos devem ganhar espaço. Os motoristas tendem a ficar em segundo plano, assumindo o posto em emergências e auto-estradas. 

Para que esse tipo de controle eletrônico funcione com perfeição é preciso que o carro se mantenha conectado com os outros veículos e com as vias, recebendo constantemente informações sobre tráfego, acidentes, desvios de rota e muitas outras informações úteis e as repassando para os outros motoristas.

Parte desse novo DNA já está incorporado no VOLT e poderá ser visto, também, em carros convencionais ao longo dos próximos anos. Mas o DNA completo hoje pode ser traduzido pelo EN-V, protótipo mostrado no Salão de Shangai no ultimo ano e que foi mostrado nesta ultima semana no Salão do Automóvel de Tokyo, cujo tema é “Mobilidade Urbana Inteligente”. 

O nome sugere já seu DNA. A sigla EN-V significa “Electric Networked-Vehicle”, e mantém os princípios atuais de mobilidade e liberdade e tenta equacionar os desafios globais dos congestiomentos, estacionamento, segurança e consumo de energia. 

A GM, que está comprometida com a conservação dos recursos naturais através da eletrificação do automóvel, decidiu mostrar o carro no Salão porque o conceito é o que se enquadra com maior perfeição à proposta de mobilidade inteligente. 

O EN-V é o maior exemplo do que veremos nas próximas gerações dos automóveis. Ele mostra o comprometimento da industria automotiva com os recursos naturais, se integrando perfeitamente às necessidades dos principais centros urbanos. Com o novo DNA automotivo veremos o renascimento do conceito do que representa um carro. 



Nov

25

A SEGURANÇA DO CHEVROLET VOLT

Mostramos aqui no blog algumas situações extremas que o Chevrolet Volt encara com facilidade, como alagamentos e o recarregamento na chuva. Mas, e em acidentes, o Volt é seguro? 

Se a segurança e o bem estar dos passageiros em acidentes é uma das prioridades para o desenvolvimento de um carro à combustão comum, não deixaria de ser prioridade num elétrico que concentra as tecnologias mais avançadas da General Motors. 

O Chevrolet Volt conta com freios anti-travamento, controle de estabilidade, controle de tração, airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho. 

Na ultima semana, no ultimo crash test realizado pelo Euro NCAP, que é um programa de avaliação de novos veículos que serão vendidos na União Européia, o Chevrolet Volt tirou a nota máxima.

Não é a primeira vez que o Volt tira a melhor nota. Em abril de 2011, o Volt já havia sido escolhido como “Escolha mais segura” pelo IIHS (Insurance Institute for Highway Safety) e ganhou também a nota máxima pelo NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration). 

Confira o crash test divulgado ontem: 

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Nov

22

PROGRAMAS SOCIOAMBIENTAIS DA GM DO BRASIL SÃO RECONHECIDOS INTERNACIONALMENTE

As capivaras em Gravatai (RS)

Durante a Flexpedition, expedição que percorreu a América do Sul para vivenciar o cotidiano das fábricas da Chevrolet, uma cena chamou muita atenção: dezenas de Capivaras cruzaram bem em nossa frente quando passeamos pela Reserva Ecológica da GM em Gravataí-RS, bem ao lado do terreno onde a fábrica está instalada. 

Esse cuidado com a vida animal que fez a General Motors ganhar, nesta semana, seis novos certificados do Wildlife Habitat Council, que se juntam a outros 15 já conquistados pela marca. Com 21 programas certificados, a GM passa a liderar entre os fabricantes de automóveis na entidade. 

Os certificados reconhecem trabalhos e programas sócio-ambientais realizados em diversas fábricas da General Motors no mundo, e reconhece, inclusive, as ações executadas no Brasil, como: 

- Convites às escolas para participar de atividades dentro da fábrica fomentando o plantio de árvores nativas em Gravataí (RS);

- Lições para estudantes sobre questões ambientais através da música, teatro e leituras, dadas pelos próprios funcionários das fábricas de Sãp José dos Campos (SP);

Outras ações reconhecidas no resto do mundo são:

- Convite à escolas locais para ajudar no desenvolvimento de habitats para anfíbios e pequenos mamíferos, bem como para o plantio de árvores em Ingersoll (Ontário – Canadá); 

- Reuso do excesso da produção de capas de bateria do Chevrolet Volt para criar pequenos habitats naturais para pássaros, em Michigan (USA);

A Wildlife Habitat Council é uma entidade não governamental sem fins lucrativos que reconhece e certifica trabalhos sócio-ambientais realizados por empresas. As regras são muito rígidas e, para manter os certificados, é preciso provar que as condições que deram origem ao certificado foram mantidas. 

Esse compromisso com a comunidade e com a vida local traz benefícios não apenas para o meio ambiente, mas permite também que os funcionários encontrem na fábrica um local em que podem atingir um impacto positivo imediato na sua comunidade. O reconhecimento desse compromisso indica que encontrar tantas capivaras pelo caminho é um sinal de que a Chevrolet está na direção certa. 

Capa da bateria do Chevrolet Volt vira casa



Nov

18

CHEVROLET VOLT CHEGA A CHINA

O Chevrolet Volt chega a mais um mercado. Depois dos EUA, Canadá e Europa (onde é vendido também como Opel Ampera) o Volt desembarca na China, onde será vendido nas cidades de Beijing, Shanghai, Hangzhou, Suzhou, Wuxi, Guangzhou, Shenzen e Foshan.  Ele chega ao mercado chinês por RMB 498,000 ($75.533).

O anuncio foi feito no Auto Guangzhou 2011, em que as duas joint ventures da GM no país mostraram 30 carros das marcar Buick, Chevrolet, Cadillac e Baojun.

Assim como o Volt vendido nos demais mercados, ele possui uma autonomia de 80 km somente com energia elétricas que pode chegar a 570 km com o auxílio de um motor gerador. A aceleração de zero a 100 km/h está na casa dos nove segundos e atinge uma velocidade máxima de160 km/h.

Os donos de Volt também vão poder participar do V. Club. Através de uma linha dedicada que funciona 24h/dia, os membros vão receber um atendimento privilegiado e serão convidados a participar de uma série de atividades que combinem com seu estilo de vida ecologicamente correto. 



Nov

17

A ÁRVORE SOLAR E AS ENERGIAS RENOVÁVEIS

Uma “árvore” para captar energia solar que se move de acordo com a posição do sol. A tecnologia foi adotada no centro de operações de veículos da GM nos EUA e é um excelente exemplo dos investimentos que tem sido feitos para ampliar o uso de energias renováveis pela empresa.

"Esta árvore solar é uma adição ideal, porque não só proporciona um espaço para recarregar nossos veículos elétricos, mas é mais um passo a mais em nossa jornada rumo à utilização de energia mais limpas.”, segundo RobThrelkeld, gerente global de energia renovável da GM, no recente comunicado sobre o investimento.

A arvore de rastreamento solar apresenta um eixo que permite com que “copa” se mova e capte energia solar em qualquer momento do dia. Com isso, ela é capaz de produzir 25% a mais de energia limpa que uma estação comum. São 30 mil kWh por ano que é capaz de captar – o suficiente para carregar seis carros elétricos por dia. 

No Brasil o uso de energia renováveis, especialmente as de baixo impacto ambiental, fazem parte do cotidiano da General Motors. 100% da energia usada no Campo de Provas da Cruz Alta em Indaiatuba (SP) e 31% da energia das fábricas de São José dos Campos e São Caetano do Sul (SP) são adquiridas de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas). 

Carros limpos e energia limpa: esse é o futuro da mobilidade no qual a Chevrolet aposta para o planeta. 



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